8 Jizya
8 Jizya
A Jizya é um direito que Allah (swt) permitiu aos muçulmanos receber dos kuffar, em troca da sua submissão à governança do Islã. Os muçulmanos se comprometem a tolerar, proteger e garantir a segurança dos kuffar que pagam a Jizya. A Jizya tem origem na palavra de Allah (swt) na Surata At-Tawba,
Jizya is a right that Allah (swt) allowed the Muslims to take from the Kuffar, in return for their submission to the ruling of Islam. The Muslims adhere to forbearing, protecting and ensuring the security of the Kuffar who give the Jizya. Jizya originates from the saying of Allah (swt) in Surah At-Tauba,
"Combatei aqueles que não creem em Allah (swt) nem no Último Dia, que não proíbem o que Allah (swt) e Seu Mensageiro ﷺ proibiram, e que não praticam a religião da verdade, dentre os que receberam o Livro, até que paguem a jizya de bom grado e se submetam com humildade." (At-Tawba: 29)
“Fight those who do not believe in Allah (swt) and the last day and who forbid not what Allah (swt) and His Messenger (saw) have forbidden, who do not practise the religion of truth, being of the people of the Book, until they pay the Jizya out of hand and are humbled.” (At-Tauba: 29)
De quem a Jizya é cobrada?
Who are Jizya taken from?
A Jizya é cobrada das pessoas do Livro, os judeus e os cristãos, com base na evidência do versículo mencionado anteriormente, "Sendo do povo do Livro", quer sejam judeus, cristãos, árabes ou não árabes. Isso porque o Mensageiro de Allah ﷺ cobrou a Jizya dos judeus do Iêmen e dos cristãos de Najran. Foi narrado por Arwa ibn Az-Zubayr, que disse: "O Mensageiro de Allah ﷺ escreveu uma carta ao povo do Iêmen dizendo: '...quem estiver na religião do Judaísmo ou do Cristianismo não é obrigado a abandoná-la, mas deve pagar a Jizya.'" Também foi narrado por Ibn Shihaab, que disse: "Os primeiros a pagar a Jizya foram o povo de Najran, que eram cristãos." Abu Bakr cobrou a Jizya dos cristãos de al-Hira, que eram árabes, e 'Umar, da mesma forma, cobrou a Jizya dos cristãos de Ash-Sham, que eram tanto árabes quanto não árabes.
Jizya is taken from the people of the Book, the Jews and the Christians, by evidence of the previous mentioned Ayah, “Being of the people of the Book” whether they are Jews, Christians, Arabs or non-Arabs. This is because the Messenger of Allah (saw) took Jizya from the Jews of Yemen and from the Christians of Najran. It has been narrated from Arwa ibn Az-Zubayr who said, “The Messenger of Allah (saw) wrote a letter to the people of Yemen saying, ‘…whoever is upon the religion of Judaism or Christianity is not forced to turn away from it and he must pay the Jizya.’” It has also been narrated from Ibn Shihaab who said, “The first to give the Jizya were the people of Najran who were Christians.” Abu Bakr took the Jizya from the Christians of al-Hira who were Arabs, and ‘Umar, likewise took the Jizya from the Christians of Ash-Sham who were both Arab and non-Arab.
A Jizya também é cobrada de pessoas que não são do Povo do Livro, a saber, dos zoroastrianos, dos sabeus, dos hindus e dos comunistas, pois o Mensageiro de Allah ﷺ cobrou a Jizya dos zoroastrianos de Hajr. Foi narrado por Hasan bin Muhammad, que disse: "O Mensageiro de Allah ﷺ escreveu aos zoroastrianos de Hajr convidando-os ao Islam; aqueles que aceitaram foram aceitos no Islam, e àqueles que não aceitaram foi imposta a Jizya, observando-se que sua carne não deve ser comida e suas mulheres não devem ser casadas." Foi narrado por Ibn Shihab que o "Mensageiro de Allah ﷺ cobrou a Jizya dos zoroastrianos de Hajr", que 'Umar cobrou a Jizya dos zoroastrianos da Pérsia e que 'Uthman cobrou a Jizya dos berberes. Também foi narrado que 'Umar ibn Al-Khattab deixou de cobrar a Jizya dos zoroastrianos até que 'Abdur-Rahman bin 'Awf testemunhou que o Mensageiro de Allah ﷺ cobrou a Jizya dos zoroastrianos de Hajr. Da mesma forma, foi narrado do Mensageiro ﷺ que disse: "Trate-os como se trata o Povo do Livro."
Jizya is also taken from people other than the people of the Book namely from the Zoroastrians, Sabians, Hindus and the communists, because the Messenger of Allah (saw) took Jizya from the Zoroastrians of Hajr. It has been narrated from Hasan bin Muhammad (saw) who said, “The Messenger of Allah (saw) wrote to the Zoroastrians of Hajr inviting them to Islam and those who accepted were accepted into Islam and those who didn’t Jizya was enforced upon them, observing that their meat must not be eaten and their women must not be married.” It has been narrated from Ibn Shihab that the “Messenger of Allah (saw) took the Jizya from the Zoroastrians of Hajr,” and ‘Umar took the Jizya from the Zoroastrians of Persia and that Uthman took the Jizya from the Berbers. It has also been narrated that ‘Umar ibn Al-Khattab stopped from taking Jizya from the Zorastians until Abdur-Rahman bin Auf testified that the Messenger of Allah (saw) took the Jizya from the Zorastians of Hajr. Likewise, it has been narrated from the Messenger (saw) that he said, “Deal with them as you would with of the people of the Book.”.
Quando a Jizya é Dispensada?
When is the Jizya Waived?
A Jizya é dispensada ao abraçar o Islã. Assim, quem abraçou o Islã, a Jizya que lhe fora imposta fica extinta, quer se tenha tornado muçulmano no início do ano, no meio, no fim ou depois de este ter passado, e por isso não está obrigado a pagar nenhuma Jizya. Isto deve-se ao que Allah (SWT) disse: "Dize aos que descreem: se desistirem, Allah (SWT) perdoar-lhes-á tudo o que já passou." Ibn Abbas também narrou do Profeta ﷺ que ele disse: "O muçulmano não paga a Jizya." A razão da Jizya é o Kufr, e o Islã elimina-o, por isso não existe juntamente com o Islã. Se o Islã elimina o que o precedeu de Shirk, Kufr e pecados, como não eliminaria a Jizya e a sua humilhação?
The Jizya is waived by embracing Islam, so whoever embraced Islam, the Jizya enforced on him is terminated, whether he became Muslim at the beginning of the year, in the middle, at its end or after its elapse, thus no Jizya is obliged on him at all. This is due to what Allah (swt) said, “Say to those who disbelieve, if they desist then Allah (swt) will forgive them for everything that has passed.” Ibn Abbas also narrated from the Prophet (saw) that he said, “The Muslim does not pay the Jizya.” The reason for Jizya is Kufr and Islam eliminates it, so it does not exist together with Islam. If Islam eliminates what preceded it of Shirk, Kufr and sins then how would it not eliminate Jizya and its humiliation?
Foi narrado do Mensageiro de Allah ﷺ que ele disse: "O Islam anula o que o precedeu." Foi narrado de Masrooq que um dos não árabes abraçou o Islam e a Jizya foi cobrada dele. Ele foi até ‘Umar ibn Al-Khattab e disse: "Ó Amir al-Mu’mineen, tornei-me muçulmano." ‘Umar disse: "Talvez você tenha abraçado o Islam buscando proteção." O homem disse: "Não há no Islam aquilo que me protege?" ‘Umar disse: "Sim, de fato." Ele disse: "‘Umar escreveu para que não se cobrasse dele nenhuma Jizya." A Jizya não cessa com a morte se a pessoa morreu depois de ter transcorrido um ano, pois ela se torna obrigatória e uma dívida sobre ele. Assim, é necessário retirar o valor apropriado de sua herança, como ocorre com suas outras dívidas. Se ele não deixou herança, então não se paga, e não é necessário que seus herdeiros paguem, pois isso então recai na regra relativa aos pobres e necessitados.
It has been narrated from the Messenger (saw) that he said, “Islam has nullifies what preceded it.” It has been narrated from Masrooq that one of the non-Arabs embraced Islam and Jizya was taken from him. He came to ‘Umar ibn Al-Khattab and said, “O Amir-al Mu’mineen I have become a Muslim.” ‘Umar said, “Perhaps you embraced Islam seeking protection.” The man said, “Is there not in Islam that which guards me?.” ‘Umar said, “Yes, Indeed.” He said, “Umar wrote to say that no Jizya is to be taken from him.” The Jizya does not cease by death if the person died after a year had elapsed as it would become Wajib and a debt upon him. Thus it is necessary to take the appropriate amount from his bequest like his other debts. If he doesn’t have any bequest then he doesn’t pay and it is not necessary for his heirs to pay, as this then falls into the rule pertaining to the poor and needy.
A Quantia da Jizya
The Amount of Jizya
O valor da Jizya cobrada nos dias do Mensageiro (ﷺ) e dos Khulafa'a depois dele não era fixo, mas variava de um lugar para outro. Quando o Mensageiro de Allah (ﷺ) enviou Mu'adh ao Iêmen, ordenou-lhe que cobrasse "um Dinar ou seu equivalente em Ma'afir (vestimenta) de cada jovem maduro dos Ahl az-Zimma". 'Umar impôs 4 Dinares aos ricos no Egito e em ash-Sham, 2 Dinares à classe média e 1 Dinar aos pobres que trabalhavam. Da mesma forma, impôs-lhes que fornecessem alimento aos soldados e hospitalidade aos muçulmanos. Impôs 48 Dirhams aos ricos no Iraque, 24 Dirhams à classe média e 12 Dirhams aos pobres que trabalhavam. Igualmente, impôs o dobro da Zakat aos cristãos de Banu Taghlub quando estes recusaram pagar a Jizya. Foi narrado por Nu'man bin Zar'a que ele perguntou a 'Umar ibn al-Khattab e falou com ele a respeito dos cristãos de Banu Taghlub. 'Umar estava decidido a cobrar-lhes a Jizya, mas eles tinham se dispersado pela terra. Nu'man disse a 'Umar: "Ó Amir al-Mu'mineen, os Banu Taghlub são uma tribo árabe que despreza a Jizya, não possuem riqueza, pois são apenas gente da agricultura e do gado. Têm desafio contra o inimigo, por isso não ajude os seus exércitos fazendo-os lutar contra você." Então 'Umar fez um acordo com eles, impondo o dobro da caridade (Zakat). No Sahih al-Bukhari foi narrado por Abu Najeeh, que disse: "Perguntei a Mujahid: 'Qual é o motivo de o povo de ash-Sham pagar 4 Dinares e o povo do Iêmen pagar 1 Dinar?' Ele respondeu: 'Isso foi decidido com base na prosperidade.'"
The amount of Jizya enforced in the days of the Messenger (saw) and the Khulafa’a after him was not fixed, rather it differed from one place to another. When the Messenger of Allah (saw) sent Mu’az to Yemen he ordered him to take, “A Dinar or its equivalent of M’afir (garment) from every mature youth of the Ahl az-Zimma.” ‘Umar imposed 4 Dinars on the rich in Egypt and Ash-Sham, 2 Dinars on the middle class people and 1 Dinar on the poor who earns. Likewise he also imposed them to provide food for the soldiers and hospitality for the Muslims. He imposed 48 Dirhams on the rich in Iraq, 24 Dirhams on the middle class and 12 Dirhams on the poor who earn. Likewise, he imposed double the Zakat on Christians of bani Taghlub when they refused to impose Jizya on them. It has been narrated by N’uman bin Zara’a that he asked ‘Umar ibn Al-Khattab and spoke to him regarding he Christians of bani Taghlub. ‘Umar was intent on taking the Jizya from them but they had dispersed throughout the land. Nu’man said to ‘Umar, “O Amir al-Mu’mineen, indeed the Bany Taghlub are an Arab tribe who look down upon the Jizya, and they don’t have wealth, as they are only people of farming and cattle. They have defiance against the enemy so do not help your armies by using them against you.” He said, so ‘Umar made peace with them by imposing double charity (Zakat)” In Sahih al-Buhkari it has been narrated by Abu Najeeh who said, “I said to Mujahid: ‘What is the matter with the people of Ash-Sham who pay 4 Dinars and the people of Yemen pay 1 Dinar?’ He said, ‘This was decided based on prosperity.’”.

Daqui fica claro que o valor da Jizya não era o mesmo para todos, nem fixado em um limite certo que não pode ser ultrapassado, como o Nisab da Zakat. Pelo contrário, fica a critério da opinião e do Ijtihad do Khalifah, que leva em consideração a condição de prosperidade ou de pobreza, de modo que não sobrecarregue os Ahl az-Zimma, nem os obrigue além de suas capacidades. Da mesma forma, ele zela para que o Bait ul-Mal não seja tratado injustamente, nem seja privado dos recursos que lhe são devidos pelo povo dos Ahl az-Zimma.
From this it is clear that the Jizya amount of was not the same, nor fixed by a certain limit that can’t be exceeded like the Nisab of Zakat. Rather it is left to the opinion and Ijtihad of the Khalifah where he takes into consideration the aspect of prosperity and poverty, in a way that he does not overburden Ahl az-Zimma, nor hrges them beyond their capabilities. Likewise he ensures that the Bait ul-Mal is not treated unjustly, nor he deprives it of fund rightly due to it from the people of Ahl az-Zimma.
A definição dos níveis de riqueza, classe média e pobreza remete ao costume habitual (Urf) e ao conhecimento dos especialistas. Nesse sentido, o Califa nomeia pessoas entre os especialistas para distinguir entre os ricos, a classe média e os pobres, a fim de estabelecer os níveis de riqueza, de classe média e de pobreza, e para sugerir o valor da Jizya para cada categoria. Assim, o Califa utilizaria isso como premissa para decidir o montante da Jizya, de modo a não sobrecarregar os Ahl az-Zimma nem cobrá-los além de sua capacidade, e a não agir injustamente com o Bait ul-Mal, reduzindo o seu direito devido.
Defining the levels of richness, middle class and poverty is referred to the common convention (Urf) and to the knowledge of experts. In this regard the Khalifah appoints people from the experts to distinguish between the rich, the middle class and the poor so as to put the levels of richness, middle class and poverty, and to suggest the value of Jizya for each category. Thus the Khalifah would use this as the premise to decide the amount of the Jizya in a way that he does not overburden the Ahl az-Zimma nor charges them beyond their capability, and does not deal unjustly with the Bait ul-Mal, by reducing its due right..
Hora da Cobrança da Jizya
Time for the Collection of the Jizya
A Jizya é devida no fim do ano e é cobrada anualmente. O início do ano é definido pelo começo de Muharram, e ele se encerra com o fim de Dhul-Hijja. Para que a cobrança seja concluída antes da chegada de Muharram do ano seguinte, é possível especificar os últimos três meses do ano, ou seja, Shawwal, Dhul-Qi'ada e Dhul-Hijja, como o período determinado para o pagamento da Jizya. Assim, o ano é fixado no início e no fim para todos, em vez de estabelecer um momento especial do ano específico para cada pessoa. Este arranjo alcança precisão e facilidade na imposição e na cobrança. Serão escolhidos coletores específicos para recolher e impor a Jizya, e uma seção especial será designada para eles no Departamento da Jizya no Diwan (escritório) de Fai' (butim de guerra) e Kharaj. Suas provisões e salários virão do Bait ul-Mal e não do povo da Zimmah. Os coletores são proibidos de tomar das pessoas qualquer quantia além do valor obrigatório, e o aumento disso está sujeito a punição pela lei, pois tal aumento é injustiça, que será considerada como trevas no Dia do Juízo. Além disso, é propriedade roubada pelos coletores, e a propriedade roubada conduz ao Fogo do Inferno. Igualmente, os coletores são proibidos de bater ou torturar o povo da Zimmah durante a cobrança da Jizya, como o Mensageiro de Allah ﷺ proibiu. Hisham b. 'Urwa narrou de seu pai que 'Umar b. al-Khattab passou pelo caminho de Ash-Sham, ao retornar de sua viagem a Ash-Sham, por pessoas que haviam sido forçadas a permanecer ao sol com óleo derramado sobre suas cabeças. Ele disse: "Qual é a situação dessas pessoas?" Disseram: "Não pagaram a Jizya devida sobre elas. Por isso são torturadas até pagarem." 'Umar disse: "O que dizem, e qual é a sua desculpa para não pagar a Jizya?" Disseram: "Dizem: 'Não a temos.'" Ele disse: “Deixem-nos em paz e não lhes imponham o que não podem pagar, pois ouvi o Mensageiro de Allah ﷺ dizer: ‘Não torturem as pessoas, pois quem as tortura neste mundo será castigado por Allah (SWT) no Dia do Juízo.’” Então ele (‘Umar) ordenou que fossem libertados. E foi relatado do Mensageiro de Allah ﷺ que ele nomeou Abdullah b. Arqam responsável pela Jizya do povo de Zimmah e, quando este já estava de partida, chamou-o de volta e disse: “Certamente, quem oprimir uma pessoa sob pacto (Mu’ahid) ou lhe impuser mais do que ela pode pagar, humilhando-a ou tomando dela algo sem o seu consentimento, Eu serei seu adversário (ou seja, do opressor) no Dia do Juízo.” Quem alegar pobreza entre o povo de Zimmah será solicitado a provar sua pobreza; se a provar, receberá um prazo até um tempo de folga. Mas se não a provar e ficar comprovado que ele é um protelador, então será preso e mantido na prisão até pagar a Jizya. O Mensageiro ﷺ prendeu os que protelavam dívidas. Não há acréscimo sobre a Jizya. Mesmo que dois anos ou mais se passem sem pagamento, não se acrescenta nada, e é obrigatório quitar o valor, assim como é obrigatório quitar uma dívida. Os bens do dhimmi não são vendidos para pagar a Jizya. Ouro e prata não são especificados para a Jizya. É permitido que a Jizya seja paga em ouro ou prata, e é permitido que seja em mercadorias ou animais, ou que se receba seu valor equivalente. Foi mencionado no Hadith que, quando Mu’adh foi enviado ao Iêmen, o Mensageiro ﷺ ordenou que ele cobrasse um dinar de cada adulto do povo de Zimmah, ou seu equivalente em “Mu’afir”, ou seja, em vestimentas. O Mensageiro ﷺ também firmou um tratado de paz com o povo de Najran, de duas mil vestimentas, das quais eles entregariam metade em Safar e a outra metade em Rajab. E ʿUmar costumava receber animais de pastagem e grãos como Jizya, em vez de dinares e dirhams, assim como faziam os Khulafa' rashidun. Para facilitar a cobrança, a conservação e a distribuição nestes dias, é permitido cobrar a Jizya na moeda em circulação. Gastos da Jizya Não houve divergência entre os muçulmanos de que a Jizya é gasta da mesma forma que são gastos os recursos do Fai' (butim de guerra), isto é, o Kharaj e os dízimos. Assim, ela é colocada no Bait al-Mal e os recursos são gastos a partir dele de acordo com os interesses dos muçulmanos e empregados no caminho de Allah (SWT), conforme entendido pelo Khalifah, segundo a sua opinião e ijtihad no cuidado com os assuntos dos muçulmanos e no atendimento aos seus interesses.